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  • Maria Helena Rodrigues

TURNOVER

Razões da rotatividade nas organizações.


Entenda, caro leitor, que não me baseio em achismos, mas sim em dados de pesquisas com cunho científico e estudos teóricos para apresentar esta leitura, como também na compilação de experiências vividas em grupos corporativos e organizações onde que atuo profissionalmente.

Existem dois paradigmas a serem considerados nesse contexto de alta rotatividade nas empresas.

Um deles é que hoje a Geração Y (1980 a 1995), ativa e atuante no mercado de trabalho, precisa de movimento, inovação, novas experiências e muita motivação, numa necessidade constante de buscar desafios, objetivos e lidar com variáveis mais complexas. Esta geração possui níveis cognitivos mais elevados, sofisticados e heterogêneos numa relação necessidade-trabalho-liberdade.

O outro modelo diz respeito a três situações recorrentes sobre motivos dos desligamentos de colaboradores e, o interessante: não é por salários ou bônus!

Um - falta de reconhecimento por um bom trabalho executado, ou seja, o colaborador não percebe a significância que seu serviço agrega à empresa.

Dois – feedbacks e informações claras sobre a importância de seu desempenho dentro da companhia.

Três – por incrível que pareça esse comportamento ainda existe: falta de respeito no tratamento por parte de seus gestores ou diretores.

Veja, a rotatividade de funcionários acarreta um enorme custo operacional para a organização, pois sabe-se que, durante o período da contratação, treinamento e adaptação, a empresa somente tem custos, já que a previsão é após quatro meses iniciar uma contrapartida do contratado.

No entanto, a boa notícia é que existem metodologias, com todo rigor científico comprovado, que é possível a retenção de talentos na sua organização.

Inicie observando atentamente qual destes paradigmas seus subordinados se encontram e, assim, poderá reverter o turnover para on boarding na sua empresa.



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